sábado, 30 de outubro de 2010

22:00horas - Abertura de Portas


- Parabéns ao Festival pelos 10 Anos de vida


- Boas vindas do Festival Musidanças para 2010 
por Dama Bete + MELO D como Host

sábado, 23 de outubro de 2010

Dia 13 à 23:55horas - world music Angola

Lindu Mona
De influência múltipla e diversificada que vai desde a música de raiz tradicional de Angola até ao Jazz, Reggae. O regresso a África é espiritual e físico. Na sua música sentimos os pássaros e os sons da floresta, o tambor e os passos de dança, os Nzumbi, o dialecto, e os instrumentos de música tradicional como o Kissange. As palavras dos seus temas são como pinturas que reflectem as feras e a grande fogueira, os senhores e os escravos, os homens «BANTOS» ...

Dia 13 à 24:40horas - world music Cabo Verde


Tutin di Giralda

Tutin di Giralda é para além de cantor um baixista, músico autodidata sob a influência de 'gurus do baixo " como, Marcus Miller, Stanley Clark e Nathan East, ele criou sua própria maneira pessoal de tocar o baixo. Como baixista, ele fez parte de uma banda pioneira em portugual de afro-rap, 'General D e OS Karapinhas', que foram muito populares, e teve um hit número um na lista em português. Eles também tocaram várias vezes na França, nos famosos New Morning, e no "Printemps de Burges Festival', bem como no famoso Cabo-Verde' Festival da Baía das Gatas". Recentemente, ele começou a tocar guitarra. Como autor é o resultado de uma personalidade criativa em diversa áreas como o funk, rap, pop português e recentemente começou a compor para crianças. Com exceção de sua contributo a 'General D e os Karapinhas, ele manteve suas composições para si mesmo.  Sem dúvida, a sua abordagem mais interessante e original é a música tradicional cabo-verdiana, que as marcas com a sua personalidade musical, resultado de muitas influências ele se deparou em toda a sua vida, a maioria dos entes importantes sendo entre eles o reggae, funk, blues e jazz. A cantora cabo-verdiana Nancy Vieira ouviu as suas canções e imediatamente pediu-lhe para trabalhar com ela como autor, e desde então já gravou "Sabura d Sanjon 'e' Verdad d'Amor".  Como cantor embora ele não pense em si mesmo como um cantor, sempre gostou de cantar.

Dia 13 à 23:15horas - world music Guiné Bissau

Guto Pires
Nasceu na Guiné Bissau em 1964 e desde criança sempre sonhou ser cantor. Chegado a Portugal nos anos 70, criou e participou em diversos projectos musicais, entre os quais avulta o grupo ISSABARY, de que foi co-fundador em 1983. O grande objectivo do seu empenhamento nestes projectos foi sempre o de divulgar a música tradicional e popular da Guiné-Bissau. O conhecimento da World music e da música africana em particular, marcaram profundamente a personalidade do artista enquanto compositor e intérprete, revelando como traços particulares, a sensibilidade, a harmonia, a destreza e a curiosidade. Os seus gestos e representações musicais mostram a sua capacidade em captar o quotidiano das relações culturais e sociais e sintetizá-las em música. Cantor multifacetado, criador de temas sobre África e principalmente sobre a Guiné-Bissau, Guto Pires é um observador atento do mundo que o rodeia fonte também para a sua inspiração. Guto Pires é detentor de um vasto curriculum que já extravasou em muito o seu sonho inicial. Ao longo da sua carreira Guto Pires definiu uma estética musical própria, incorporando nas suas criações a dimensão polifónica, presente na cultura do seu país, uma herança que o artista faz questão de preservar, abrindo assim, um campo sempre renovado de intervenção para as futuras gerações de músicos guineenses.

Dia 13 à 00:15horas - Soul, R&B, Moçambique convida Dama Bete

Natércia Pintor
A Nova Voz do Soul…! Natércia Pintor nasceu em Moçambique e mudou-se para Portugal com duas semanas de idade. Um dos maiores pontos da sua carreira, foi ter sido escolhida para representar Portugal num concurso de canto a nível mundial que contou com 3,600 participações de todo o mundo. À Natércia foi-lhe concedido unanimemente o primeiro lugar, por 3 júris de renome no mundo da música a nível mundial. 

Dia 13 à 22:55horas - world music Portugal

Francisco Naia
De Sol a Sul é o novo álbum de Francisco Naia, um cantor com origem no Sul de Portugal, na região do Alentejo. Francisco Naia, que gravou o seu primeiro disco em 1968, é uma voz ligada à luta pelas liberdades e transformações sociais, antes e depois da Revolução dos Cravos, que em 1974 pôs fim ao Regime de Ditadura então existente em Portugal.
Os temas apresentados neste disco, são construídos apenas por instrumentos acústicos, percussões portuguesas e árabes, a guitarra tipicamente alentejana, chamada de viola campaniça e os outros instrumentos de corda da tradição do folclore português, cavaquinho, bandolim e contrabaixo. A flauta e o saxofone acrescentam a este ensemble, um ambiente algo bucólico, cheio de paisagens e de uma saudade infinita. Depois há uma potente voz de tenor, uma das mais belas da música portuguesa, que este disco nos revela em grande forma.
Neste disco, Francisco Naia, prossegue o culto da Poesia que sempre cultivou em toda a sua discografia, cantando, a juventude, o amor e os sonhos que subsistem em cada um de nós. São histórias de grandes momentos vividos e sentidos por este cantor e autor, que nunca esqueceu a mensagem que recebeu directamente de José Afonso, aquele que o destino fez ser seu Professor de História no Ensino Secundário.
A canção “Nada sei Tudo Sei”, onde uma viola campaniça quase que chora de amor, reflecte um sonho em que o sentimento de partir e de voar, se cobre de dúvidas e do medo da indiferença. Aqui a saudade, a natureza e as recordações dos grandes momentos, prendem-nos como algemas à realidade. “Bendito Maio, bendito!”, traz-nos a alegria do primeiro de Maio vivido entre o fogo da paixão e a esperança no futuro. Enfim todo um percurso de temas que procuram reflectir sobre a nossa maneira de ser e de estar em Liberdade.

Dia 13 à 01:25horas - world music Portugal

HELDER MOUTINHO

Helder Moutinho nasce em Oeiras, em 1969, e é provavelmente desta intimidade diária com o mar que emerge talvez a mais marcante característica da carreira deste fadista:

uma capacidade multifacetada de entender e vivenciar a sua música, cantando, compondo, gerindo, produzindo, enfim, revelando definitivamente um horizonte alargado, de margens bem firmes e claras e caudal seguro e rico.
Da sua família, de tradição manifestamente fadista, ganha não apenas o gosto natural pelo fado, acompanhando-a desde sempre e convivendo nos meios mais tradicionais deste género musical, mas acima de tudo a sede de tomar parte nesse universo tão apaixonante.
É no final da sua adolescência, depois de se identificar com estilos musicais mais diversificados, que o fado começa a ganhar uma importância cada vez maior na sua vida. E é talvez por esse motivo que o contacto com Lisboa se revela inevitável…
É por essa altura também que toda a arte adormecida no artista começa a despertar. Nas tertúlias fadistas, pela noite dentro e com outros amantes do fado, começam a surgir as primeiras letras de sua autoria, que viria a gravar mais tarde no seu primeiro álbum “Sete Fados e Alguns Cantos” – editado em 1999

Dia 13 à 23:35horas - world music Moçambique


André Cabaço
Cabaço tem, em palco, uma presença particular. A sua postura alimenta-se do timbre da voz, forte e envolvente, e das histórias que canta em Ronga, uma das línguas do sul de Moçambique. Vai buscar ritmos como a Makuaia (dança dos contratados, executada só por homens que entoam os cânticos e usam o som das mãos para ritmar o passo), Makuaiela (dança masculina que exige o uso de roupa formal) ou o Xigubu (dança cerimonial executada por homens com uma componente percussiva), passa-os para a sua viola e interpreta-os ao seu estilo. A música de André Cabaço não é a música pura tradicional, mas bebe nos ritmos, costumes, danças populares e raízes moçambicanas. Apanha-os, adapta-os à sua maneira e faz-se daí uma nova leitura. Diz que “por vezes o próprio moçambicano não entende bem a música que estou a fazer”, porque a sua linguagem sai de sonoridades musicalmente identificadas por qualquer moçambicano mas apresenta-se num registo diferente.

Dia 13 à 1:05horas - world music S. Tomé e Principe

Tonecas 


Através da sua expressão musical Tonecas procura relançar a música (socopé, ussua, dêxa, etc) e a cultura de S. Tomé, a sua terra natal, adaptando-a aos novos modelos da música universal.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Dia 13 à 22:35horas - Soul, R&B e Hip Hop

FAMILY

Family foi um marco na história do Hip Hop  e do Ragga em Portugal. Não só estes estilos serviram de base para a sua música como ainda acrescentaram o Funk ao Hip Hop, o Soul ao Ragga e o Jazz em doses q.b. a tudo o que faziam
Continuamos a ouvir o conceito Family  nas ruas de Lisboa , nos bairros e onde quer se cante o Ragga em crioulo ou a Soul por cima de baixo com Groove.
No Musidanças vamos sentir um pouco do que foram as noites incríveis que falam os livros da História do Hip Hop português.
Didi e Double V em formato minimalista  conduzem-te numa viajem que se quer cheia de prazer.

Junta-te à Família!